
Como se não bastasse a mulher já ter que enfrentar desafios constantes na vida quando alcançam uma qualificação superior a do homem na vida profissional, os dois tendo a mesma posição, ainda assim esta não consegue [em alguns casos] obter um salário maior que o homem, por que isto acontece? Ainda não alcançamos os direito iguais?
Ao ler uma reportagem em um grande Jornal no Piauí vi que as estatísticas só aumentam com relação a esta desigualdade entre homens e mulheres, completar o nível superior não garante às mulheres a equiparação salarial aos homens, conforme o texto que extrai do referido jornal podemos observar isto: "A escolaridade de nível superior não aproxima os rendimentos recebidos por homens e mulheres. Pelo contrário, a diferença acentua-se. No setor comercial, por exemplo, a diferença de rendimento para a escolaridade de 11anos ou mais de estudo é de R$ 616,80 a favor dos homens - o que significa 61,9% do que os homens recebem. Já na comparação entre empregados com nível superior, a diferença aumenta para R$1.653,70. ou 55,6%. Porém, no geral, a diferença entre salários de homens e mulheres recuou em 2009. Em média, o rendimento da mulher é de R$1.087,93, o equivalente a 72,3% dos R$1518,31 recebidos pelos homens. Na comparação com os dados de 2008, houve leve redução nessa diferença, já que as trabalhadoras recebiam 70,8% do rendimento dos homens naquele ano. As mulheres inseridas no mercado de trabalho são mais qualificadas do que os homens. Do total de mulheres ocupadas, 19,6% têm nível superior completo. Entre os homens, a proporção é menor, não passando dos 14,2%. Com o ensino médio completo (11 anos ou mais de estudo), eram 61,2% das trabalhadoras. Entre homens, essa proporção é de 53,2%. Ao mesmo tempo, 35,5% das mulheres empregadas tinham carteira de trabalho assinada. Entre os homens, 43,9% dos trabalhadores são formais. As mulheres sem carteira ou trabalhando por conta própria correspondem a 30,9% do total, ante 40% entre homens. Entre as empregadoras estão 3,6% das mulheres inseridas no mercado de trabalho, ante 7% entre homens.
Em 2009, as mulheres continuaram trabalhando em média, menos que os homens. Elas trabalharama em média, 38,9 horas, 4,6 horas a menos que os homens. O IBGE destaca que essa queda deves-se à redução na média de horas trabalhadas pelos homens. Do total de 1,057 milhão de mulheres que não trabalham e que estão a procura de trabalho, 8,1% tinha nível superior. Em 203, em média, 5,0% tinham nível superior e estavam desempregadas.
Esta realidade é cruel com nós mulheres, pois sempre estamos nos reciclando, investindo nos estudos, em cursos extra-curriculares, nos aperfeiçoando cada vez mais e quando vamos disputar uma vaga de emprego com homens, acabamos muitas vezes por sermos eliminada pelo simples fato de ser mulher. Isto é um absurdo. E agora com esta nova lei aprovada ce licença maternidade ter sido acrescida de mais dois meses ai é que os empresários irão mesmo pensar duas vezes antes de contratar uma mulher.
Ao ler uma reportagem em um grande Jornal no Piauí vi que as estatísticas só aumentam com relação a esta desigualdade entre homens e mulheres, completar o nível superior não garante às mulheres a equiparação salarial aos homens, conforme o texto que extrai do referido jornal podemos observar isto: "A escolaridade de nível superior não aproxima os rendimentos recebidos por homens e mulheres. Pelo contrário, a diferença acentua-se. No setor comercial, por exemplo, a diferença de rendimento para a escolaridade de 11anos ou mais de estudo é de R$ 616,80 a favor dos homens - o que significa 61,9% do que os homens recebem. Já na comparação entre empregados com nível superior, a diferença aumenta para R$1.653,70. ou 55,6%. Porém, no geral, a diferença entre salários de homens e mulheres recuou em 2009. Em média, o rendimento da mulher é de R$1.087,93, o equivalente a 72,3% dos R$1518,31 recebidos pelos homens. Na comparação com os dados de 2008, houve leve redução nessa diferença, já que as trabalhadoras recebiam 70,8% do rendimento dos homens naquele ano. As mulheres inseridas no mercado de trabalho são mais qualificadas do que os homens. Do total de mulheres ocupadas, 19,6% têm nível superior completo. Entre os homens, a proporção é menor, não passando dos 14,2%. Com o ensino médio completo (11 anos ou mais de estudo), eram 61,2% das trabalhadoras. Entre homens, essa proporção é de 53,2%. Ao mesmo tempo, 35,5% das mulheres empregadas tinham carteira de trabalho assinada. Entre os homens, 43,9% dos trabalhadores são formais. As mulheres sem carteira ou trabalhando por conta própria correspondem a 30,9% do total, ante 40% entre homens. Entre as empregadoras estão 3,6% das mulheres inseridas no mercado de trabalho, ante 7% entre homens.
Em 2009, as mulheres continuaram trabalhando em média, menos que os homens. Elas trabalharama em média, 38,9 horas, 4,6 horas a menos que os homens. O IBGE destaca que essa queda deves-se à redução na média de horas trabalhadas pelos homens. Do total de 1,057 milhão de mulheres que não trabalham e que estão a procura de trabalho, 8,1% tinha nível superior. Em 203, em média, 5,0% tinham nível superior e estavam desempregadas.
Esta realidade é cruel com nós mulheres, pois sempre estamos nos reciclando, investindo nos estudos, em cursos extra-curriculares, nos aperfeiçoando cada vez mais e quando vamos disputar uma vaga de emprego com homens, acabamos muitas vezes por sermos eliminada pelo simples fato de ser mulher. Isto é um absurdo. E agora com esta nova lei aprovada ce licença maternidade ter sido acrescida de mais dois meses ai é que os empresários irão mesmo pensar duas vezes antes de contratar uma mulher.

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